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SAIU AGORA (09/05), Haddad minimiza desavença no Copom: “Estou esperando a ata”.

O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, optou por não emitir comentários sobre a divergência observada na decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central quanto à taxa Selic.

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Na sessão de quarta-feira, dia 8, o Copom, composto pelo presidente Roberto Campos Neto e os diretores da instituição, decidiu moderar o ritmo de redução da taxa básica de juros.

A taxa foi reduzida em 0,25 ponto percentual, interrompendo uma sequência de seis cortes consecutivos de 0,50 ponto percentual que havia começado em agosto, elevando a taxa para 10,50% ao ano. Esta decisão refletiu um claro desacordo entre os membros do Copom.

Os quatro diretores recentemente indicados pelo presidente Lula (PT) votaram a favor de uma redução mais significativa dos juros, especificamente de 0,5 ponto percentual, que levaria a taxa para 10,25% ao ano. Contudo, foram minoria.

A maioria, composta por quatro diretores mais experientes e o presidente do Banco Central, optou por uma redução mais modesta na taxa Selic. “Aguardarei a ata do Copom, prevista para a próxima terça-feira, pois espero que ela ofereça mais esclarecimentos. O comunicado foi bastante conciso”, afirmou Haddad.

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Em seu comunicado acerca da decisão, o Copom não sinalizou a possibilidade de futuros cortes nos juros, representando uma mudança em relação à postura adotada até a última reunião em março.

“O Comitê também destaca, com especial ênfase, que a magnitude e a adequação dos ajustes futuros na taxa de juros serão determinadas pelo compromisso inabalável com a convergência da inflação para a meta estabelecida”, declarou o Copom do Banco Central.

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Os membros do Comitê que votaram por uma redução de 0,25 ponto percentual foram: Roberto de Oliveira Campos Neto (presidente), Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes.

Por outro lado, os quatro diretores nomeados pelo governo Lula – Ailton de Aquino Santos, Gabriel Muricca Galípolo, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira – optaram por uma redução de 0,50 ponto percentual.